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Bom dia! Hoje é Quinta-feira, 24/07/2014

Noite de Queijos e Vinho

Veja todo os itens:

:: A festa.
:: Tábua.
:: Quantidades.
:: Acompanhamentos: Frutas, Sobremesa e Pães.
:: Arrumação da mesa
:: Queijos: Escolha, Quantidades, Tipos.
:: Detalhes de cada tipo de queijo.
:: Pastas de Queijos.
:: Os Vinhos

A festa:
Uma festa informal, com muito sabor e beleza, especial para diversos tipos de reuniões com adultos, as mesas de Queijos e Vinhos são muito usadas. Pode comprar tudo pronto ou preparar, você mesmo, algumas tábuas de queijos acompanhadas por cestas de pães variados.

As montagens de tábuas de queijos ainda têm sabor de novidade. São deliciosas, claro, mas o mais importante para quem vai montar uma delas é a parte 'artística', a arrumação , combinando cores e administrando contrastes. A possibilidade de combinações é quase infinita, dependendo sempre de sua disposição para gastar, além das preferências gastronômicas.

Usa-se um prato circular, de madeira, onde podem ser colocados juntos vários tipos de queijo. Para comer, nada de garfo e faca. O queijo deverá ser cortado em pedaços pequenos, colocado com a mão junto com pedacinhos de pão e levados à boca desta forma.

Não esqueça, o mais importante da festa é a sua disposição. Para uma festa assim, você deve estar disposto para atender seus convidados, deixando à vontade para que participem da informalidade da reunião, servindo-se e divertindo-se.

Tanto para receber grupos pequenos e íntimos como para grupos maiores, é uma festa deliciosa. Acima de tudo, divirta-se!

Afinal... A arte da 'Degustação de Vinhos e Queijos estão entre os saudáveis alicerces  do Amor e da Alegria de Viver'. 

Queijo & Vinho até inspiraram poetas :
'Oh! o vinho Chambertin e o queijo Roquefort são excelentes alimentos para restaurar o amor.'
'Os vinhos e queijos não foram feitos para serem bebidos e comidos simplesmente, mas...  para serem entendidos e degustados.'

Tábuas:
Tábuas circulares de madeira escurecida, em número suficiente para arranjar os frios necessários para servir seus convidados. Podem ser adquiridas em lojas de artigos para festa ou utilidades domésticas.

Se preferir, ou não encontrar em sua cidade as tábuas de madeira, recorte círculos de papelão grosso, do tipo que se usa para fabricar embalagens e cubra-as com papel estampado imitando madeira, ou xadrez, e plástico filme.

Existem, além disso, estabelecimentos que alugam as bandejas e tábuas para as festas.

Quantidades:
Se você vai receber com vinhos e queijos para jantar, calcule de 150 a 200g por pessoa. (Digamos 150g por convidada e 200g por convidado).  Recomendações de 300 gramas por pessoa, só se for muitos tipos de queijos, pois os convidados podem se exceder e  provar de muito mais qualidades devido ao visual tentador.
Se, após servir os vinhos e queijos, ainda vai oferecer uma boa e reconfortante sopa de cebolas então a quantidade de queijo pode baixar para 100g por pessoa. Mas, por favor, sopa de cebolas só nos dias frios!
Quanto às previsões para as bebidas, a coisa não é tão fácil! O cálculo aproximado é de  meia garrafa por pessoa, com uma reserva de uma garrafa para cada 8, 10 convidados. Bebida é sempre tão difícil de calcular! O bom mesmo é não faltar nada na recepção e o excesso anote para comprar menos na próxima. 
 
Acompanhamentos:
Frutas
Em uma boa mesa de 'queijos e vinhos' não podem faltar frutas. Escolha frutas da estação como maçãs, pêras, uvas brancas e rosadas. Evite as frutas cítricas que podem alterar o sabor e aroma dos vinhos. Use as frutas como acompanhamento e na decoração, elas dão um toque especial à apresentação dos queijos.
Sirva também frutas secas como damascos, etc.

Sobremesa
Muitos abominam a idéia, mas uma sobremesa  leve, para fazer com que seu convidado perca o sabor do queijo, que só é agradável enquanto estamos degustando é uma ótima pedida.
Experimente:
O sorvete do Fata Morgana.
Compre pronto sorvete de tangerina e decore com hortelã.
Sorvete de limão com gotas de cassis.
Salada de frutas.
No final, o café, que pode ser acompanhado por chocolate de menta . 
 
Pães
O pão não deve faltar numa boa mesa. Coloque nas extremidades da mesa, cestos de vime com pães variados.
Para acompanhar o seu 'queijos e vinhos' dê preferência ao pães não temperados. Use e abuse de baguette, pão italiano, pão preto,
Pão integral, de centeio, francês, preto,  italiano, pão caseiro de diversos sabores (Veja em Pães) e pão sueco .
Torradas são ótimas para acompanhar os queijos cremosos. Sirva também biscoitos de água e sal e cream cracker. Tenha pelo menos três tipos de pães na sua mesa. Você pode optar por dois pães salgados, um escuro e um levemente doce com uvas-passa e tâmaras. Esse último ajuda a 'recuperar' o paladar e acentua o sabor dos queijos. 
Os pães devem ser servidos inteiros, sendo partidos com as mãos ou cortados pelos convidados, ao servirem-se. Servir os pães cortados acaba forçando os convidados a comer uma 'porção 'não desejada.

Quantidades de pães: 150 g por pessoa fora as torradas e pães mais durinhos, como os pães suecos.
 
Arrumação da mesa:
Arrume bolinhas de manteiga sem sal, em pirâmide ou em alguns pratinhos. Se puder, use várias tábuas de madeira, usando os queijos de sabor mais forte numa delas, os de sabor médio em outra e na terceira os mais suaves. Isto facilita os principiantes.
Os queijos devem estar de preferência inteiros ou em pedaços grandes, sem encostar uns nos outros.
A mesa deve estar como para jantar americano, mas só usando pratinhos de sobremesa, garfinhos e faquinhas. Você não vai usar os garfos senão para retirar os pedaços de queijos para seu pratinho, ou mesmo, às vezes, para espetar o pão das cestinhas para o seu prato.
O queijo  só vai para a sua boca sobre pedaços de pão ou de biscoitos.
À mesa, arrume também os copos de vinho branco, tinto e as taças ou flutes para champanhe. Essas poderão ser usadas com vinho rose, mas...se você  só vai oferecer tintos e brancos,  então só leve à mesa os copos que serão usados.
Espalhe também guardanapos, que fazem parte da arrumação.
Saleiros e pimenta-do-reino ou os moinhos pequenos para pimentas em grão.
Assim, como você não serve maionese com a mesma colher que usa para o arroz ou a farofa, não deve também misturar as facas de servir os queijos em pastas. À mesa ponha uma faca perto de cada qualidade de queijo e, é claro, os comensais usarão uma faquinha só, que será limpa num pedacinho de pão do seu prato, cada vez que forem se servir de outro tipo de queijo desse mesmo pratinho individual.

Refreigerantes não!
Eles são completamente vetados nas reuniões de vinhos e queijos. Se alguém não quiser vinhos com queijos, coma os queijos bebendo água gelada, pura ou tipo cristal, ou toma chá.

Sangria - inove!
Se você quiser tentar, introduza a moda de servir também uma boa sangria, bem à moda espanhola, com conhaque e com pedaços de frutas cortadas grandes (maçãs, pêssegos, pêras). Grandes, não deverão cair nos copos e nem se parecerão com os cups- que chamamos de ponche.

Queijos:

Comece selecionando os queijos. Evite os usados no dia-a-dia, como mussarela, prato e outros. Compre-os no máximo com dois dias de antecedência e retire-os da geladeira uma hora antes de servir.
Uma boa composição de queijos deve conter tipos variados mas que agradem ao paladar de todos.

Escolhas dos Queijos
Quanto mais gente na sua reunião, maior a variedade de queijos que você pode apresentar. Vamos aqui fazer um cálculo para 10, 12 pessoas.
Compre dois tipos de queijos suaves , dois tipos dos médios, e dois tipos dos fortes.
Acrescente umas duas ou três pastas também de queijo.

Regra como dicas para quantidades detalhadas:  
15% de queijos de mofo branco, como o Camembert, o Brie e o Chamois D'Or. 
15% de queijos de mofo azul, como o Gorgonzola, o Chamois Bleu, o Crem'Azur e o Roquefort.  
20% de queijos tipo suíços, como o Gruyère, o Fol Epi e o Maasdamer.  
25% de queijos suaves, como o Gouda, o Itálico, o Saint Paulin, o Lou Palou e o Emmenthal. 
15% de queijos de sabor forte, como o Port Salut, o Parmesão, o Chavroux, o Provolone, o Cheddar e o Limberger.  
10% de queijos cremosos com sabores especiais, como o Rambol nas versões Saumon, Fines Herbes, Provençale, Noix e Poivre Vert.

Coloque os queijos sobre tábuas ou suportes de madeira e cada uma com sua faca, para não confundir aromas e sabores. 
     
Queijos Suaves -  Gouda, Minas, Petit-Suisse, Cobocó, Serra da Estrela,    Muzzarella, Itálico, Estepe, Savent-Paulin, Edan e os cremosos tipo Catupiry (que foi o primeiro deles), os requeijões de copo e os mais  sólidos, mais compactos.
Sirva esses queijos suaves com vinhos tintos, leves ou brancos meio secos e até rose (normalmente odiado pelos conhecedores , mas o mais vendido aqui no Brasil), se gostar. E champanhe meio doce.

Queijos Médios - Gruyère, Emmenthal, Prato, Suíço, Serro, Caccia-Cavallo, Camembert, Dola, os fundidos,  Cheddar e Brie, Chevre, Tête-de-Moine.
Com os queijos médios, os vinhos podem ser também tintos leves, brancos secos ou meio secos e... rose. E ainda champanhe seca.

Queijos Fortes - Provolone, Port-Salut, Parmesão, Pecorino, Gorgonzola,  Queijo do Reino, Parmesão, Roquefort,  Taleggio, Valençay, Tilsit, Tilsit com Kümmel (cominho), Limburgo, Pont'-l'-Evêque, Vieux Coantal, Sardo e os chamados de bola ou de cuia. (O  Palmeira,  Borboleta, o Dana e o CCPL.)

Há ainda, entre os fortes , os chamados persillés (que nem sempre são só à base de salsa, apesar do nome). Contêm ervas mais ativas e têm um odor muito forte.

Queijos chamados artesanais. Em francês a palavra é fermier, que vem escrita após a marca ou o tipo do queijo. Ex:  você encontra o Boursin ou Poivre artesanal. (É aquela delícia redonda, envolta em pimentas-do-reino inteiras ou quase inteiras.)

Detalhes de cada tipo de queijo:

Alouette - de origem francesa, o alouette tem uma peculiaridade: é um queijo aerado, o que significa que foi injetado ar durante sua fabricação. Por isso sua consistência é fina, macia. Além do natural, há ainda mais quatro sabores (alho e salsa, cebola, condimentado e ervas finas).
Brie - queijo nobre feito de leite de vaca, tem textura macia, massa cremosa que se acentua com o tempo, e sabor peculiar, marcante, mas não forte, que lembra nozes. Tem casca branca, recoberta por um mofo comestível. Três tipos tem destaque: o de Meaux, o de Coulommiers e o de Melun. Para esse queijo escolha um vinho branco.
Boursin - queijo tipo boursin, fresco, macio e cremoso, oferecem outras opções de variedade quanto ao sabor. Ao lado natural, encontram-se também os queijos aromatizados com pimenta, páprica, ervas finas, alho e uva passa. Ao contrário dos demais grupos de queijos, com estes é preciso um certo cuidado quanto ao tempo que eles deverão permanecer em temperatura ambiente devido a sua consistência. Eles não devem ser retirados da geladeira com antecedência nem podem ficar expostos diretamente ao ar, o que compromete sua qualidade.
Camembert - originário da Normandia e o preferido de Napoleão, é um dos mais tradicionais queijo de leite de vaca. O sabor é forte, ligeiramente picante, macio, cremoso. Tem a casca fina e aveludada com bolor branco. Saboreie com vinho tinto leve ou branco seco.
Cheddar - o mais indicado pelos experts para uma reunião de queijos e vinhos. Originário da Inglaterra, tem a massa macia e sabor mais acentuado que o gouda, gruyére, emmental e estepe que são da mesma família. Para comprar observe que tem que haver uma certa oleosidade natural.
Chèvre - produzido com leite de cabra, tem diferentes formatos, de pirâmide a uma espécie de rocambole. Pode ser super macio como cream cheese ou firme difícil de fatiar. Entre os mais famosos estão o chabichou, o crottin e o saint-maure. Tem sabor levemente acentuado. Pode ser servido batido no liqüidificador em forma de pasta e condimentado. Acompanha vinho branco.
Cottage - é um dos raros de 'ascendência' norte-americana. Granulado, é encontrado apenas em seu sabor natural.
Edan - queijo de formato oval, cor amarelo-palha, sabor suave, poucos furos e película avermelhada ou lisas. Era produzido apenas com leite de vaca integral, mas hoje leva leite mais magro. Original da Holanda, inspirou nosso queijo do reino. Retire a película antes de servir. Acompanha vinho tinto.
Emmenthal - queijo suíço de massa cozida prensada e flexível. Apresenta-se sob a forma de enormes rodas de 40 a 130 kg, tem buracos ou 'olhos' do tamanho de azeitonas. É um queijo gorduroso de sabor suave bem adocicado. Sirva com vinho tinto.
Gorgonzola - sabor forte, picante, pertence a família dos queijos azuis, nasceu na Itália e leva a fama de ser o queijo mais antigo do mundo (há registros de sua fabricação em 879 a.C.). De forma cilíndrica, pesa cerca de 3 kg e apresenta veias (fungos) azul-esverdeadas. De massa cremosa e macia, um pouco pastosa e quebradiça. Sirva com vinho tinto seco encorpado. 
Gouda - o queijo brasileiro é mais light que o original holandês. Queijo de massa firme prensada bem compacta, com buracos espalhados. É recoberto com uma parafina vermelha, que deve ser descartada na hora de comer. Apresentado sob a forma de roda pequena. Seu sabor quando novo é suave,  mas acentua-se com a idade. É mais consistente que os outros queijos de buracos. Sirva com vinho branco ou tinto seco leve.
Gruyère - queijo dos Alpes suíços, de massa cozida prensada, lisa e em forma de roda grande, amarela clara, firme mais elástica. Sua crosta exibe rugas, conhecidas como becs, que parecem meio vermelhas por causa do crescimento de microorganismo (nada que impeça de servi-lo com a casca). Tem sabor suave bastante adocicado de avelã. Sirva com vinho tinto seco, leve ou branco seco.
Itálico - ou Belpaese na Itália, é o mais cremosos dos queijos de buracos com massa de sabor picante, tem casca esbranquiçada. 
Minas - queijo minas, ele é o mais consistente, e tem também o valor calórico reduzido. Quando fresco, é bastante macio. Os vinhos secos - tintos ou brancos - são ideais para os queijos deste grupo.
Parmesão - queijo firme de massa cozida prensada, em forma de cilindro grande. Sua maturação pode levar de 2 a 3 anos ou mais. A textura é granulosa e o aroma delicado. Os queijos mais velhos e duros são bons para ralar, enquanto o parmesão mais novo é um excelente queijo de mesa. Por possuir um sabor forte e peculiar pode alterar o sabor do vinho, tornando-o amargo. 
Port-Salut -  originalmente fabricado pelos monges da abadia de Port-du-Salut. Sabor acentuado e um dos mais picantes, macio mas ligeiramente consistente. Mais amarelo e coberto com uma casca alaranjada, considerado pelos experts como um dos melhores queijos. Vinho tinto seco encorpado. 
Provolone - queijo de massa dura prensada, em fios, apresentado sob diversas formas e dimensões. Sua casca amarelo-dourada contém a marca das cordas que serviram para suspendê-lo. O queijo é liso e de um branco cremoso; fresco, tem sabor mais para suave, mas torna-se picante ao envelhecer. No Brasil é geralmente vendido defumado. Vinho tinto encorpado. 
Reino - de origem holandesa. Com seu singular formato de bola, ele era importado pela corte portuguesa no Brasil Colônia, saudosa do saboroso queijo que a Holanda fabricava e Portugal consumia. Quando começou a ser fabricado no Brasil, o queijo-do-reino manteve a consistência e o sabor originais. Manteve, também, o diferente formato.
Roquefort - sabor forte e picante com textura cremosa, queijo azul, originalmente fabricado com leite de ovelha. Apresenta-se sob a forma de cilindros de dimensões médias, com uma casca natural. Esses cilindros são maturados por 3 meses em cavernas calcárias úmidas. Vinho tinto seco encorpado.
Serra da estrela - produzido exclusivamente em Portugal, tem formato achatado de 15 a 20 cm de diâmetro. Feito com leite de cabra é hiper cremoso. Sirva com vinho do Porto.
Saint-germain -  de origem francesa, o saint-germain é o mais cremoso, que contém o menor número de calorias por grama. De sabor suave, ligeiramente salgado, o saint-germain é encontrado no sabor natural e gorgonzola.
Taleggio - vendido em forma quadrada de 20 a 25 cm. Apresenta casca rugosa, gordurosa e maio amarronzada. {Por fora esse queijo italiano tem cor de marfim, consistência pastosa e sabor picante. Sirva com vinho tinto .    
Tête-de-Moine -  significa cabeça de monge, com referencia ao corte de cabelo dos religiosos, pois a parte de cima do queijo é removida antes de ir a mesa.
Tem a casca resistente de cor amarelo-amarronzada e a massa compacta, mas fácil de cortar.
Tem aroma acentuado e sabor de nozes. A tradição pede que seja servido em fatias franzidas como se fosse flores. Para facilitar, use um fatiador próprio, que vem com manivela. Corte o topo do queijo com uma faca de lamina longa, encaixe a base no fatiador, ajuste a manivela e raspe o topo. Acompanhe com vinho branco.
Tilsit - desenvolvido numa antiga cidade Russa, Tilsit, atual Sovietsk. Tem crosta lisa e massa gordurosa. Vem temperado com cuminho. sirva com vinho branco. 
Queijos chamados artesanais. Em francês a palavra é fermier, que vem escrita após a marca ou o tipo do queijo. Exemplo:  você encontra o Boursin ou Poivre artesanal. (É aquela delícia redonda, envolta em pimentas-do-reino inteiras ou quase inteiras.)

Queijos Feitos de Queijos...

Minas fresco, a ricota macia requeijão de copo. Bata no liqüidificador com um pouco de leite frio ou creme de leite com soro- com leite com pimenta-do-reino em grão. Leite com páprica-a doce dá mais cor, a picante, mais sabor. Leite com curry. Leite com amêndoas, com nozes, com avelãs, com amendoins. Leite com salsa, cebolinha e estragão . Leite com alecrim- fresco ou seco. Leite com orégano. Leite com presunto; se for cru, tipo italiano, melhor. Leite com alho. Leite com aipo, só a parte branca. Leite com cebola batidinha. Leite com azeitonas tipo calabresa, bem temperadas ou com azeitonas verdes, descaroçadas antes, óbvio! Leite com cominho em grão. Deixe-o durante 1 hora, no refrigerador, para poder ralar melhor. Se necessário acrescente mais um pouco de leite. 

Pasta de Queijos
Ingredientes:
250 gr de creme de leite azedo
250 gr (1 triângulo) de queijo tipo Roquefort
1 vidro pequeno de cerejas ao marrasquino
Preparo:
Corte as cerejas em pedacinhos e amasse-as depois com o queijo, e o creme de leite. A calda das cerejas também deve ser incorporada à mistura.

Pasta de Gorgonzola
Ingredientes:
250 gr  de creme de leite azedo
1/2 kg (ou 2 triângulos) de queijo gorgonzola
1 colher (chá) ou mais de pimenta calabresa, seca
pimenta-do-reino, se quiser, de preferência moída na hora
cerveja o quanto  baste (pode ser clara ou da escura)
Preparo:
Amasse com o garfo, os queijos com o creme de leite. Junte a ou as pimentas e vá  adicionando cerveja até conseguir uma consistência pastosa.

Pasta de Páprica
Ingredientes:
1/2 kg de ricota fresca
150g de muzzarella
150g de pimentão em lata
Páprica
Sal

Preparo:
Rale a ricota e a muzzarella. Adicione os pimentões picadinhos e amassados, junte o sal e a páprica a gosto.
Querendo, cozinhe os pimentões em fogo fraquíssimo, com sal e em panela tampada, sem água, só no próprio bafo. Use para substituir os de vidro.

Potkäse
Ingredientes:
Sobras de queijos endurecidos e... envelhecidos, inclusive o de Minas, Parmesão, Provolone, Gouda, Emmenthal
Conhaque o quanto baste.
Preparo:
Em vidro de boca larga, vá pondo as sobras de queijos-cortados em pedacinhos e conhaque. Mantenha o vidro bem fechado. Passados alguns dias, bata tudo no liqüidificador. Fica uma pasta saborosa e de sabor picante.
     . 
Os vinhos
Em seguida lhe daremos dicas especiais de como combinar queijos saborosos e os melhores vinhos e de como fazer de seu encontro, um momento inesquecível. Assim, queijos mais fortes pedem vinhos mais encorpados, queijos leves vão bem com vinhos pouco encorpados. Não se preocupe em ser um 'especialista', leve em consideração o seu paladar , mas, seguindo algumas orientações, não há como errar.                          
Com queijos fortes os vinhos têm que ser mais fortes: branco e tinto secos ou champanhe brut. Se possível , que os tintos sejam mais encorpados, tipo Bordeaux. Aliás , dizem os experts que um vinho mais encorpado, mesmo que seja menos fino, valoriza muito mais o sabor de um bom queijo forte.
Para a escolha dos vinhos, siga a seguinte orientação geral:
 Queijos suaves ............................... vinhos tinto leves
Queijos de gosto mais forte .......... vinhos tintos encorpados
Queijos picantes ............................ vinhos brancos bem secos. 

Você é visita.

Se você está pela primeira vez em uma reunião de queijos e vinhos, observe mas não tenha acanhamento de perguntar prove-os em pedacinhos de pão, junto à mesa, antes d escolher 2,3 ou até 4 pedaços para o seu pratinho. Sirva-se só do que gosta e indague sobre os vinhos indicados para os queijos que. Caso os vinhos indicados não sejam do seu gosto, peque contra as leis de gastronomia, pedindo os de  que gosta. A naturalidade cabe em  qualquer lugar. Mas sempre é bom provar um pouco do vinho certo para o queijo certo. Pode ser que vc mude de idéia quanto às suas (erradas!) preferências anteriores...
 
Veja com mais detalhes como combiná-los, temperaturas, etc.

O importante é saber que  os vinhos realçam o sabor da comida. A escolha do mais adequado para cada prato é uma ciência e uma arte. Para cada vinho, um queijo e vice-versa. O ideal é alcançar um equilíbrio, de tal modo que o sabor de um realce o do outro.

Quando servir não encha o copo até o fim. O correto é servir apenas 2/3 do cálice. Facilita o ato de beber e de girar o copo para permitir a oxigenação do vinho, o que favorece a liberação dos melhores aromas.


Temperaturas:
Servido em ambiente 'chambré', mas não é regra geral. Dependendo do gosto de cada um, não há mal algum em resfriá-lo um pouco. Sirva os vinhos tintos, os vinhos brancos ou roses a uma temperatura entre 17 e 18 graus. Os vinhos muito gelados, perdem o aroma ('aroma' para os vinhos brancos e 'bouquet' para os tintos). 
Uma idéia prática é colocar o vinho

Vejamos qual é o vinho indicado para cada tipo de queijo:

Queijos leves – vinho tinto forte

Pastas perfuradas, quase moles – vinho tinto leve

Queijos frescos, e queijos fundidos – vinho branco, ou rosado doce

Pastas moles, fermentadas – vinho tinto encorpado

Queijos preparados – vinho branco seco, rose ou tinto

É preciso alguns cuidados na escolha. Nem todos os vinhos combinam com todos os queijos. Algumas parcerias podem até dar dor de cabeça. 'Queijos muito gordurosos, como o parmesão, são difíceis de digerir. Se misturamos com um vinho muito doce e de alto teor alcoólico, como o Porto, o efeito pode ser desastroso. Uma boa solução nesse caso é optar pelos vinhos tânicos.'
Se quiser, deixe-os em balde de gelo

Acerte na hora de definir o que e como servir. Pensando nos vinhos a indicação seria:

Brancos Suaves e médios
Minas, ricota e boursin (massa mole)

Brancos secos leves, como os de uva sauvignon blanc 
Camembert e brie (massa mole, maturados por fungos na superfície)

Brancos secos médios, como os de uva chardonnay com madeira 
Gouda, estepe (massa firme, maturados).

Brancos médios encorpados, como os de uva chardonnay com madeira, ou tintos médicos, como os de uva pinot noir
Queijo de cabra

Espumantes e brancos de uva sauvignon blanc 
Fortes - parmesão e pecorino 

Tintos leves, que podem ser de uvas cabernet franc ou gamay, com pouco corpo, característica de vinhos de baixo teor alcóolico, entre 10 e 11 graus 
Gruyère, emmental (semiduros com buracos).
 
Tintos encorpados, (sensação de peso na boca, característica dos vinhos com alto teor alcoólico – entre 10 a 13,5 graus), das uvas cabernet sauvignon e petite syrah e tânicos (sensação de adstringência, característica de vinhos jovens), da uva tannat.

Muito fortes - Roquefort, gorgonzola port salut, limburgo, provolone. 

Descrição de alguns tipos de vinhos: 
 
Tintos 
Cabernet Franc:
Uva francesa, da região de Bordeaux, de Saint-Emilion e Pomerol. É a base dos vinhos tintos brasileiros, que são leves, frutados, de coloração clara, boa acidez e com intenso aroma de framboesa. Deve ser degustado jovem.
Cabernet Sauvignon:
Uva típica da França, cultivada em Medoc, Graves e Bordeaux. Produz o 'Rei dos Tintos', vinho de tonalidade violeta e acentuado bouquet. Encorpado, com paladar que lembra cassis e pimentão verde. 
Merlot:
Uva francesa da região de Bordeaux. Produz vinhos mais escuros, encorpados e de baixa acidez. Seu bouquet é menos acentuado que o dos cabernets, e seu sabor é mais adocicado.

Brancos
Chardonay:
Uva francesa, cultivada nas regiões de Borgonha e Champanhe. Do seu suco branco, são produzidos vinhos e champanhes de alta qualidade. No Brasil, destaca-se pela sua nobreza e origina vinhos equilibrados, refrescantes, de aroma sutis e finos.  
Riesling:
Uva típica do norte da Itália e Áustria e base dos vinhos brancos nacionais. O Riesling tem um sabor leve e aroma de frutas cítricas, que proporcionam um frescor particular.
Sauvignon blanc:
Aroma que varia de frutado leve ao forte, como o do maracujá. 
Gewürztraminer:
Uva cultivada na Alemanha e na França. Destaca-se pela exuberância de seus aromas que lembram flores do campo. Seu sabor é agradável e intenso, com alto teor alcoólico.

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